Dulce é associada da BPW-Florianópolis e está participando da campanha de Combate ao Câncer do mês de outubro
“Hoje faço palestra sobre como lidar com as perdas, às 17h30 para a Rede Feminina de Combate ao Câncer em Floripa.”
Outubro é o mês de mobilização internacional pela detecção precoce do câncer de mama. E para divulgar este movimento, foi adotado uma cor para distinguir este mês: o rosa. O Instituto Nacional de Câncer (Inca), órgão auxiliar do Ministério de saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e controle desta doença, participa da mobilização com diversas ações no Brasil.
- Movimento criado em 1997 nos Estados Unidos e comemorado em todo o mundo;
- Objetivo de dar visibilidade e estimular a participação da população e entidades na luta contra o câncer de mama;
- Início marcado pela iluminação com luz rosa de monumentos históricos, tomando proporções mundiais com a iluminação da Torre de Pisa, na Itália, e do Arco do Triunfo, na França;
- No Brasil, as capitais têm monumentos como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, iluminados.
Nilza Iraci terá cerca de três minutos para falar. Também está previsto na reunião um discurso da ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir)
Brasília, 22 de setembro de 2011 - A necessidade de uma atenção maior ao problema da mulher negra na América Latina será levantada por representantes da organização não governamental (ONG) Geledés – Instituto da Mulher Negra, que participam hoje (22), em Nova York, da reunião de alto nível sobre os dez anos da Conferência de Durban. A reunião faz parte dos debates da 66ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Nilza Iraci, uma das representantes da ONG, foi a escolhida para representar as mulheres brasileiras no encontro. Em entrevista à Agência Brasil, ela disse que aproveitará o tempo para lembrar que as mulheres negras estão na base da pirâmide social, não só no Brasil, mas nos demais países da América Latina e do Caribe. Segundo ela, racismo e sexismo andam juntos na região e precisam ser enfrentados pelos governos.
“Racismo e sexismo andam juntos e sem essa conciência não se resolve a questão”, disse Nilza. Para ela, é preciso lembrar que no caso da mulher negra, na região, há uma dupla vitimização. “Basta olhar a base da pirâmide social no Brasil. São as mulheres negras que recebem os menores salários, que não têm acesso aos serviços de saúde de qualidade. Há um conjunto de situações que afetam, especialmente, a vida das mulheres negras”, destacou.
Nilza Iraci terá cerca de três minutos para falar. Também está previsto na reunião um discurso da ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
Para as mulheres, o que se espera do discurso da ministra é a garantia de que o Brasil continuará enfrentando essa questão com prioridade, com o fortalecimento da Seppir e da Secretaria de Políticas para as Mulheres, comandada pela ministra Iriny Lopes. “Essas secretarias são referência e devem servir de exemplo para os demais países da América Latina e do Caribe.
No discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, feito ontem (21), a presidenta Dilma Rousseff citou a questão racial e de gênero, de forma geral. Para a representante da ONG Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea) Guacira Oliveira, é esperada na fala de Luiza Bairros a reafirmação do compromisso de continuidade e incremento das políticas voltadas para esse público.
Outro ponto polêmico, em que se espera uma política mais eficaz, é a questão da violência. Os assassinatos de negros ainda são muito maiores. “No Brasil, o problema da violência é permanente e muito grave”, enfatizou Guacira, que está em Nova York para a reunião.
Ela defendeu também maior compromisso da ONU na resolução de conflitos étnicos. “Os recursos das agências para a questão da igualdade ainda são ínfimos. Existem muitas guerras étnicas, mascaradas de guerras religiosas, que precisam ser resolvidas”, disse.
A Conferência de Durban, em 2001, tratou de todas as formas de discriminação, racismo e xenofobia. O Brasil desempenhou papel de protagonista no encontro e, depois, na implementação de políticas raciais. A reunião de hoje tem o objetivo de homenagear os dez anos da conferência e, ao mesmo tempo, avaliar os esforços feitos pelos países desde então e os avanços obtidos.
Edição: Graça Adjuto
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Tags América Latina, mulheres, Nilza Iraci, ONU, racismo
A parceria tem o objetivo de acelerar o empoderamento das mulheres empreendedoras por meio de ações estratégicas como a eliminação das barreiras que elas normalmente enfrentam para expandir os negócios. Entre as estratégias, está o aumento de habilidades empresariais, serviços financeiros e apoio à formação de redes de colaboradores/as e mentores/as
A Coca-Cola e a ONU Mulheres anunciaram ontem (22/9), em Nova York, uma parceria para promover o empoderamento econômico das mulheres. O acordo responde ao Plano Estratégico da ONU Mulheres e à iniciativa global 5 by 20 da Coca-Cola Company. A parceria tem o objetivo de acelerar o empoderamento das mulheres empreendedoras por meio de ações estratégicas desenvolvidas pelas duas organizações.
A iniciativa 5 by 20 da Coca-Cola Company visa permitir o empoderamento econômicos de 5 milhões de mulheres empreendedoras da cadeia de valor da Coca-Cola até 2020. A empresa está desenvolvendo e implementando programas para ajudar a quebrar as barreiras impostas às mulheres empresárias nos pequenos negócios que estão em torno do Sistema Coca-Cola. São exemplos de empreendedoras: fruticultoras, lojistas, coletoras, recicladoras e artesãs.
O Plano Estratégico da ONU Mulheres estabelece uma série de iniciativas que apoia desde a promoção de leis e políticas, que garantam proteção e igualdade de direitos às mulheres, até a geração de empregos, renda e oportunidades de acessos aos recursos econômicos. A ONU Mulheres também está incentivando empresas para firmarem os Princípios de Empoderamento das Mulheres – Igualdade Significa Negócios, um conjunto de medidas voltadas para promover o empoderamento das mulheres no local de trabalho e no mercado de trabalho.
Por meio dessa colaboração, a Coca-Cola Company e a ONU Mulheres pretendem lidar com as barreiras que as mulheres empreendedoras normalmente enfrentam para expandir os negócios através de mais treinamento para aumentar as suas habilidades empresariais, serviços financeiros e apoio à formação de redes de colaboradores/as e mentores/as.
“Acreditamos que não há melhor momento do que este para investir nas mulheres, pois elas são como motores para o crescimento econômico e do desenvolvimento sustentável. As mulheres têm uma força de crescimento rápido e nenhuma empresa ou economia será capaz de crescer sem elas”, diz Muhtar Kent, presidente e CEO da Coca-Cola Company. “Esta parceria com a ONU Mulheres, que aproveita sua vasta experiência, será de grande impacto para os nossos esforços de permitir que o empoderamento das mulheres em todo o mundo”, complementa Kent.
“Agora, mais do que nunca, o mundo precisa libertar o talento e a energia das mulheres, se quisermos tornar nossas economias e sociedades mais fortes. Empresas como a Coca-Cola estão percebendo que investir nas mulheres é um ingrediente essencial na fórmula para o sucesso”, aponta Michelle Bachelet, sub-secretária geral e diretora executiva da ONU Mulheres. “Não podemos mais nos dar ao luxo de desperdiçar o potencial de metade da população mundial. Essa é uma questão de justiça, assim como bom senso econômico e de negócios”, acrescenta Bachelet.
O trabalho já está em curso em alguns países para identificação de programas em áreas potenciais, como treinamento de habilidades para mulheres dirigentes de cooperativas de reciclagem e lojistas. Cada organização colocará na mesa as suas experiências e capacidades em projetos concretos. Nessa abordagem, há o aproveitamento das vantagens comparativas de cada empreendimento, criando parcerias público-privadas no sentido de alavancar e oferecer oportunidades de investimento em novas oportunidades econômicas para as mulheres.
Além de anunciar essa colaboração, Muhtar Kent também assinou a Declaração dos CEOs de apoio aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, desenvolvidos pela ONU Mulheres e o Pacto Global para apoiar a liderança corporativa para a igualdade de gênero no local de trabalho, no mercado de trabalho e na comunidade de negócios. Com a assinatura da declaração, CEOs como Muhtar Kent demonstram o seu compromisso com a liderança para a igualdade de gênero e o empoderamento econômico das mulheres de forma imperativa para o mundo corporativo.
Sobre a ONU Mulheres
A ONU Mulheres é a organização das Nações Unidas dedicada à igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres. Nova liderança global em prol das mulheres e meninas, a ONU Mulheres foi estabelecida para acelerar o alcance do atendimento das necessidades das mulheres mundialmente.
A ONU Mulheres apoia os Estados Membros da ONU, nos seus esforços para o alcance da equidade de gênero, e trabalha com governos e sociedade civil para desenhar leis, políticas, programas e serviços necessários para implementar os padrões internacionais. A entidade dá suporte para a igualdade de participação das mulheres em todos os aspectos da vida enfoca cinco áreas prioritárias: aumento da liderança das mulheres e participação, eliminação da violência contra as mulheres, envolvimento das mulheres em todos os aspectos dos processos de paz e segurança, melhoria do empoderamento econômico das mulheres, e inclusão central da igualdade de gênero no desenvolvimento nacional de planejamento e orçamento. A ONU Mulheres também coordena e promove o trabalho do Sistema das Nações Unidas para avançar a igualdade de gênero. Para mais informações, visite www.unwomen.org.
Sobre a Coca-Cola Company
A Coca-Cola Company é a maior empresa de bebidas do mundo, atendendo consumidores com mais de 500 marcas gaseificadas e destiladas. Liderado pela Coca-Cola, a marca mais valiosa do mundo, o portfólio da empresa possui 15 de bilhões de dólares em marcas, incluindo refrigerantes como Diet Coke, Fanta, Sprite, Coca-Cola Zero e energéticos como Powerade, Minute Maid, Simply e Geórgia. Globalmente, a Coca-Cola é a fornecedora número 1 de bebidas gasosas, sucos e bebidas prontas como chás e cafés. Por meio do maior sistema mundial de distribuição de bebidas, os consumidores em mais de 200 países saboreiam as bebidas da empresa a uma taxa de 1,7 bilhão de doses por dia.
Com o compromisso permanente de construir comunidades sustentáveis, a Coca-Cola Company está focada em iniciativas que reduzam a pegada ambiental, estimulem valores como vida ativa e saudável, ambiente de trabalho inclusivo para os associados e desenvolvimento econômico das comunidades onde o sistema opera. Para mais informações sobre a Coca-Cola Company, visite www.thecoca-colacompany.com.
Contatos com a imprensa
• ONU Mulheres, Oisika Chakrabarti, +1 646 781-4522 , oisika.chakrabarti@unwomen.org
• Coca-Cola Company, April Jordin, +1 404 676-2683 , ajordin@coca-cola.com
Morreu de câncer neste domingo (25/9), em Nairóbi, capital do Quênia, a Mensageira da Paz da ONU e primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel da Paz, Wangari Maathai, de 71 anos.
Maathai foi nomeada Mensageira da Paz da ONU em 2009, como reconhecimento ao seu “compromisso inabalável” com os direitos humanos e a democracia.
Ela foi a primeira mulher da África Oriental e Central a conquistar o grau de doutora na Universidade de Nairóbi, em 1971. Estudou também nos Estados Unidos e diversas universidades lhe concederam o título de doutora “honoris causa”. Entre suas distinções constam o Légion d’Honneur da França em 2006 e o Prêmio Nelson Mandela para a Saúde e Direitos Humanos em 2007. Este ano, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) nomeou Maathai com Embaixadora da Boa Vontade para os Ecossistemas Florestais.
Em sua primeira visita à ONU depois de receber o Prêmio Nobel da Paz em 2004, Maathai disse que o mundo deve reconhecer que recursos naturais são limitados. Para ela, os recursos naturais deviam ser geridos de forma sustentável e partilhados igualitariamente.
Nas homenagens póstumas, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) enalteceu Maathai por ter sido a fundadora do Movimento Cinturão Verde, em 1977, que resultou no plantio de 30 milhões de árvores em África.